
Refletir sobre como as pessoas estão lidando hoje com um mundo marcado por conflitos, crises e excesso de informação digital, muitas vezes negando ou distorcendo a realidade. A proposta do 36° Simpósio CEFAS é compreender como isso impacta a vida psíquica e se expressam em sintomas e sofrimento psíquico, modos de pensar e de se relacionar, contribuindo para uma escuta clínica mais atenta ao nosso tempo.
Valor antecipado: R$95,00 (Aluno CEFAS) / R$115,00 (Geral)
Refletir sobre como o desamparo contemporâneo favorece a construção de crenças e ilusões que organizam a experiência subjetiva, discutindo o papel das mediações tecnológicas na constituição de um inconsciente híbrido e seus efeitos sobre o sofrimento psíquico e os laços sociais.
Psicanalista, professor e pesquisador em Psicanálise, cultura e tecnologia, é doutor em Psicologia Clínica (PUC/RJ), mestre em Psicanálise, Saúde e Sociedade (UVA/RJ) e bacharel em Filosofia (UNISUL/RS). Membro da SPID/RJ.
A palestra visa explorar alguns elementos dos estilhaçamento do ethos humano na contemporaneidade e seu impacto na clínica hoje. Das patologias do vazio aos excessos de uma cultura marcada pelo traumático, será sugerida algumas respostas possíveis (ainda que insuficientes) para os sofrimentos que trazem em si a marca do inominável.
Reflexão sobre a forma não razoável de o indivíduo enfrentar a situação de risco. Caracterizar a transição entre modernidade e pós-modernidade pela percepção do fato ameaçador e sua inserção na construção do argumento decisório do sujeito. A construção do sujeito da pós-modernidade capaz de analisar o ambiente, avaliar as probabilidades de risco à sobrevivência pessoal e da coletividade e de proceder na transformação do cotidiano de forma a prevenir ou minimizar as situações de risco.
Psicanalista, psicóloga e doutora pelo Instituto de Psicologia da USP/SP. Docente da UNIFAE nos cursos de Psicologia e no Mestrado em Educação, Ambiente e Sociedade. Atua como autora e orientadora de trabalhos acadêmicos e dissertações.
O mundo digital, com sua borda infinita, já revelou um horizonte com possibilidades de um "novo mundo", acessível a um simples e mero deslizar de dedos na tela de um pequeno aparelho, porém há também um abismo que se anuncia quando seu uso se torna exacerbado! Entre curtidas, filtros e a rolagem infinita do feed, o que acontece com o sujeito? Interrogar o uso abusivo das redes sociais a partir de uma certa noção de sintoma, revela um sofrimento psíquico e uma fragilidade nos laços sociais, além disso, contam com uma oferta de IA terapia 24hs. Faz-se necessário e urgente ampliarmos nossa compreensão psicanalítica sobre esse sintoma atual.
Psicóloga e psicanalista, mestre em Psicologia Clínica (Núcleo de Psicanálise) pela PUC-SP. Atua como supervisora clínica e institucional nas áreas da Saúde e Assistência Social e em consultório particular, em Campinas. Autora e organizadora de artigos e livros, entre eles a coleção Sintomas da Atualidade: Ensaios Psicanalíticos.